O Teorema de Pitágoras
Uma exploração deste famoso e fundamental teorema, e suas aplicações.
[Direções : Execute primeiramente a seção Code Resource. Embora não haja nenhum output imediato, essas definições serão usadas posteriormente em outro worksheet.]
0. Code
| > | restart; with(plots): |
Warning, the name changecoords has been redefined
| > | cef := 'color=COLOR(RGB,.7,.7,.4), filled = true': cbf := 'color=COLOR(RGB,.4,.4,.8), filled = true': |
| > | RtTriPlot := proc(A,B,C) local sA,sB,sC,d; sA := [ (C[1]+B[1])/2, (C[2]+B[2])/2]; sB := [ (A[1]+C[1])/2, (A[2]+C[2])/2]; sC := [ (A[1]+B[1])/2, (A[2]+B[2])/2]; d := .6: display( plot( [A,B,C,A], cbf, thickness = 3, axes = none, scaling = constrained ), textplot( [sA[1], sA[2]-d, `a`],font=[TIMES,ROMAN,20]), textplot( [sB[1]-d, sB[2], `b`],font=[TIMES,ROMAN,20]), textplot( [sC[1]+d, sC[2]+d, `c`],font=[TIMES,ROMAN,20]) ); end: |
| > | RtTriPlot2 := proc(a,b) local A,B,C,c, sA,sB,sC,d; B := [a,0]; A:=[0,b]; C:= [0,0]; sB := [ 0, b/2]; sA := [ a/2, 0]; sC := [ a/2, b/2]; c := sqrt( a^2 + b^2); d := .3: display( plot( [A,B,C,A], cef, thickness = 3, axes = none, scaling = constrained ), textplot( [sA[1], sA[2]-d, a],font=[TIMES,ROMAN,15]), textplot( [sB[1]-d, sB[2], b],font=[TIMES,ROMAN,15]), textplot( [sC[1]+d, sC[2]+d, c],font=[TIMES,ROMAN,15]) ); end: |
1. O Teorema
Todos nós sabemos como é um triângulo retângulo, certo?
| > | RtTriPlot( [0,8],[6,0],[0,0]); |
Ou isso :
| > | RtTriPlot( [0,5],[12,0],[0,0]); |
O teorema é esse : (trumpetes por favor....)
| > | a^2 + b^2 = c^2; |
Embora ele algumas vezes apareça disfarçado :
| > | c = sqrt( a^2 + b^2); |
2. A Prova
Existe mais de 100 provas que tem sido deixadas nos últimos dois milênios para esse teorma fundamental. Nós iremos criar um diagrama que pode auxiliar a provar a validade do teorema.
| > | a := 5; b := 7; |
| > | display( polygonplot( [[0,0],[b,0],[0,a]],color = red ), polygonplot( [[b,0],[a+b,0],[a+b,b]], color = green ), polygonplot( [[a+b,b],[a+b,a+b],[a,a+b]], color = blue ), polygonplot( [[0,a],[a,a+b],[0,a+b]], color = violet ), polygonplot({[[b,0],[a+b,b],[a,a+b],[0,a]]},color = yellow), scaling= constrained); |
Como isso prova o teorma? Nós iremos calcular a área para esse diagrama de duas maneiras diferentes.
1. Área de Partes
Cada um dos quatro triângulos (verde, vermelho, azul, roxo) tem dimensôes a, b, e c.
| > | a:= 'a': b:= 'b': `Area of each triangle` = (1/2)*a*b; |
| > | `Area of all four triangles` = 4*(1/2)*a*b; |
| > | `Area of Yellow Square in the middle` = c^2; |
| > | `Total Area of Diagram` = %% + %; |
2. Área Total
Nós também podemos comparar a área de uma maneira diferente. O diagrama total é atualmete um quadrado. A extensão do lado de um grande quadrado é a + b, já que cada lado do quadrado consiste de um lado menor do triângulo e um grande cateto do triângulo.
| > | `Total Area of Diagram` = (a+b)^2; |
Equacionando os Dois Tipos de Área
Agora nós equacionamos os dois diferentes cálculos para a área, e solucionamos.
| > | 2*a*b + c^2 = (a+b)^2; |
| > | expand(%); |
| > | lhs(%)-rhs(%) = 0; |
| > | c^2 = solve(%, c^2); |
Voila!...oops....eu quero dizer, "QED" (quo est demonstratum...thus it is demonstrated).
3. Encontrando os Lados dos Triângulos Retângulos
dados dois lados quaisquer de um triângulo retângulo é possível encontrar o terceiro lado usando esta fórmula. A única chave para usar a fórmula é substituí-la apropriadamente.Apenas lembre-se que c, a hipotenusa, é o lado maior do triângulo, e seu quadrado é igual a soma dos quadrados dos outros dois.
| > | Pyth := c^2 = a^2+b^2; |
Exemplo 3.1:
Um triângulo retângulo tem catetos de lados 7 e 24, encontre a hipotenusa
Nesse caso, nos deram os dois catetos - os dois lados menores, a e b.
| > | subs( {a = 5, b = 12}, Pyth); |
| > | c = 'sqrt(169)'; expand(%); |
| > | RtTriPlot2(5,12); |
Isso se adapta a um inteiro, mas habitualmente, existe uma raíz quadrada envolvida de uma maneira ou outra.
Exemplo
3.2:
Um triângulo retângulo tem catetos de lado 2 e 3, encontre a hipotenusa
Nesse caso, nos deram os dois catetos - os dois lados menores, a e b.
| > | subs( {a = 2, b = 3}, Pyth); |
| > | c = sqrt(13); |
| > | RtTriPlot2(2,3); |
Aqui está a outra variação - dada a hipotenusa e um cateto.
Exemplo
3.3:
Um triângulo reto tem um catetode 10 polegadas e hipotenusa de 15 polegadas, encontre o outro lado
Nesse caso, nos deram os dois lados - a e b.
| > | subs( {a = 10, c = 15}, Pyth); |
| > | b^2 = solve(%, b^2); |
| > | b = 'sqrt(125)'; expand(%); |
| > | RtTriPlot2( 10, 5*sqrt(5) ); |
4. Os Conhecidos Triângulos Retângulos
Existem duas famílias muito comuns de triângulos retângulos, as quais são bem conceituadas.
45-45-90 Triângulo
Quando dois catetos são iguais, os dois ângulos da base são iguais também - 45 graus cada.
| > | RtTriPlot2( 1, 1); |
| > | subs( {a = x, b = x}, Pyth); |
| > | c = sqrt( 2*x^2); c = x*sqrt(2); |
| > | RtTriPlot2(7,7); |
A hipotenusa é sempre
vezes o lado de cada um dos dois catetos em um triângulo 45-45-90.
O outro ângulo comum é esse.
30-60-90 Triângulo
Esse tipo de triângulo pode ser considerado como parte de um triângulo equilátero, e então a base menor é a metade da hipotenusa. Saber isso nos permite expressar o terceiro lado (o cateto maior) em termos dos outros dois.
| > | RtTriPlot2(1,sqrt(3)); |
| > | RtTriPlot2( sqrt(3)/2, 1/2); |
| > | subs( {a = x, c = 2*x}, Pyth); |
| > | b^2 = solve(%, b^2); |
Isso fornece a relação entre os lados :
1 :
: 2
| > | a = x; b = x*sqrt(3); c = 2*x; |
| > | Tri369 := {a = x, b = x*sqrt(3), c = 2*x }; |
Frequentemente nós vemos esse tipo de triângulo expressado nessa forma, onde a hipotenusa é 1.
:
:
1
| > | subs(x = 1/2, Tri369); |
| > | RtTriPlot2(7,7*sqrt(3)); |
| > |
| > |
Por favor, dê uma olhada na worksheet "Triplos Pitagóricos" para obter mais materiais interessantes.